Atualizado 16 horas atrás

Sala de situação do mosquito Aedes é instalada em Caibi

De acordo com a coordenadora da sala de situação, Edimara Conte Portes, há uma preocupação muito grande no município em relação à situação da dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito, assim como, em toda a região

Divulgação
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A Prefeitura de Caibi, através da Secretaria de Saúde, Vigilância Epidemiológica e Agente de Endemias, formalizou na tarde desta terça-feira (20), a criação da sala de situação do mosquito Aedes aegypti. 


O Prefeito Eloi José Líbano esteve presente no evento, apoiando os trabalhos desenvolvidos pelo setor de saúde e destacou a preocupação com o problema da dengue. Também estiveram presentes membros do Poder Público, imprensa, entidades e comunidade em geral, que foram convidados para contribuir com idéias e auxiliar nas atividades realizadas.


De acordo com a coordenadora da sala de situação, Edimara Conte Portes, há uma preocupação muito grande no município em relação à situação da dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito, assim como, em toda a região. “A mobilização precisa acontecer e se não forem tomadas as devidas providências, a situação tende a piorar. Nosso objetivo é manter o alerta e utilizar a sala de situação como um espaço de discussão e aprimoramento das ações”, destacou Edimara.


Segundo o secretário municipal de saúde, Sidnei Bellé, o envolvimento de todas as pessoas no combate ao mosquito é essencial. “A situação que enfrentamos é grave em toda a região e todos nós precisamos ser um agente de combate ao mosquito. Nossa linha de frente na atuação será com as agentes comunitárias de saúde, agente de endemias e equipes de saúde, mas todas as pessoas precisam fazer o dever de casa e seguir as orientações para eliminar os focos do mosquito”, disse o secretário.

A agente de combate à endemias, Renata Valdameri, apresentou um panorama do município, evidenciando que são 16 armadilhas na cidade e 13 pontos estratégicos, com visitas domiciliares em cerca de 1600 imóveis em áreas consideradas infestadas. Ela também destacou que nestes primeiros meses de 2018, mais de 40 focos do Aedes já foram encontrados em Caibi e por isso, a grande preocupação do setor público em prevenir o aparecimento de casos das doenças, transmitidas pelo mosquito. 


Na reunião foram discutidas algumas ações que serão iniciadas de imediato, como mutirões, trabalhos de conscientização e prevenção, onde nessa sala, serão levantadas todas as questões que norteiam os participantes, expondo dúvidas e estudando a melhor forma de desenvolver os trabalhos de combate ao vetor.

Fonte: Rádio Caibi / Ascom Caibi
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