Atualizado 26/10/2018

55 catarinenses morreram por gripe neste ano

443 pessoas foram hospitalizadas pela doença, um aumento de 46,2% em relação ao ano passado inteiro

Foto: Divulgação / Google
Foto: Divulgação / Google

Até o dia 17 de outubro, pelo menos 55 catarinenses morreram por gripe.

 

    Além disso, 443 foram hospitalizadas pela doença neste ano no Estado, o que representa um aumento de 46,2% em relação ao ano passado inteiro, quando foram 303 casos graves.

 

    Em 2017, foram 39 mortes. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, dia 18, pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC).

 

    Dos 55 óbitos pelo vírus influenza neste ano, 44 (80,0%) apresentaram algum fator de risco para agravamento, sendo que a maior parte (28) eram idosos, seguido por doentes crônicos (nove) e obesos (seis).

 

    A maioria das mortes pela doença foram causadas pelo subtipo da gripe A H1N1 (32),. Já o H3N2 responde por 19 mortes e o influenza B por duas.

 

    Foram detectados casos graves de gripe em 89 municípios catarinenses. Florianópolis teve o maior número de internações (43); seguido por Tubarão (30); Joinville (29; Criciúma (27); São José (26); Blumenau (20); Chapecó (16); Itajaí (13); Videira (12) e Jaraguá do Sul, com 10 casos

 

    Como evitar as doenças respiratórias comuns no inverno

 

    Os meses de maio a agosto são aqueles em que, historicamente, há maior circulação do vírus Influenza. Neste ano, os picos de hospitalizações foram registrados em junho (113) e julho (120) em Santa Catarina.

 

    Prevenção contra a gripe é essencial

 

    Além da vacinação, há outras ações de prevenção contra gripe que devem ser mantidas. É importante lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou utilizar o álcool gel e evitar tocar os olhos, a boca e o nariz após o contato com essas superfícies.

 

    Ficar atento aos sintomas da gripe, que, em geral, são febre alta, calafrios, tosse, dor de cabeça, dor de garganta, cansaço e dores musculares também é essencial.

 

    Quem estiver com febre alta, tosse e falta de ar deve procurar uma unidade de saúde em até 48 horas. O tratamento precoce com medicamentos antivirais ajuda a evitar a evolução para formas graves que podem levar a internação e ao óbito.

Fonte: Diário Catarinense
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