Atualizado 27/12/2018

​Sanidade é prioridade do novo secretário da Agricultura de SC

Ricardo de Gouvêa traz a experiência de diretor do Icasa, Acav e Sindicarne

Reprodução NSC TV
Reprodução NSC TV

A sanidade animal é uma das prioridades do novo secretário da Agricultura de Santa Catarina, Ricardo de Gouvêa, anunciado nesta semana pelo governador Carlos Moisés da Silva.

 

    Ele inclusive foi um dos fundadores e diretor do Instituto Catarinense de Sanidade Animal (Icasa), que foi criado para dar apoio à Companhia Integrada para o Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc).

 

    Além disso é diretor-executivo do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados (Sindicarne) e da Associação Catarinense de Avicultura (Acav).

 

    - Minha escolha não é por questões políticas, ainda estou montando um plano de trabalho, a pedido do governador vou trabalhar numa gestão com a experiência que trago da iniciativa privada, cortando gastos, mas uma das nossas prioridades é manter e cuidar da sanidade do nosso estado, para preservar a produção de frangos e suínos – destacou Gouvêa.

 

    Ele disse que vai manter as 63 barreiras sanitárias nas divisas com Paraná e Rio Grande do Sul, além da fronteira com a Argentina. E também defendeu que o estado continue como área livre de aftosa sem vacinação de forma independente dos demais estados, pois conseguiu esse status em 2007, na Organização Mundial de Saúde Animal.

 

    Graças a esse status Santa Catarina é o único estado do Brasil que exporta carne suína in natura para Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul. Com isso a exportação de carne suína passou de US$ 310 milhões em 2006 para US$ 554 milhões de janeiro a novembro de 2018, num crescimento de cerca de 80% no período.

 

    Gouvêa também pretende trabalhar de forma integrada com as demais secretarias e também com a iniciativa privada para resolver os gargalos de infraestrutura. Afinal 66% das exportações são do agronegócio.

 

    - A proteína animal é nosso principal produto de exportação e temos que pensar numa forma de escoar melhor essa produção – destacou.

 

    Outra ação é trabalhar para amenizar o déficit de milho no Estado, que é de cerca de quatro milhões de toneladas.

Fonte: Diário Catarinense
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